quarta-feira, 5 de agosto de 2009

RENUNCIAR


Renuncio
a esta paixão
que queima feito brasa,
que atiça meus desejos,
que rasga meu peito,
ânsia louca de a ti
me entregar...

Renuncio
a este amor
que me acompanha
noite e dia,
para não me enveredar
por caminhos,
dos quais
não poderei voltar.

Regina Azenha
(Preserve autoria)

Um comentário:

(Carlos Soares) disse...

Sim.Mas nunca renuncie ao direito de amar. Lindo poema. bjs